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sábado, 25 de setembro de 2021

DEIXE-ME VIVER | WHITE OLEANDER | DICA DE FILME



Recentemente a Prime Video disponibilizou em sua plataforma o longa Deixe-me Viver (White Oleander), drama estadunidense de 2002 com  Alison Lohman, Michelle Pfeiffer, Robin Wright, e Renée Zellweger, baseado no livro de Janet Fitch e com roteiro de Mary Agnes Donoghue.

Nele, acompanhamos uma adolescente, Astrid interpretada por Alison Lohman, passando por vários lares adotivos depois que sua mãe, a renomada artista Ingrid interpretada por Michelle Pfeiffer, após esta ter cometido um crime.

Ingrid (Michelle Pfeiffer) é uma bela artista a qual todos sempre se referem como uma mulher forte e implacável. Já Astrid, a princípio, é uma jovem doce e em busca de aprovação sob a sombra dessa potência. Um dia, a artista começa a se relacionar e descobre que seu namorado a está traindo com outras mulheres mais jovens. É aí que, sem pensar na filha ou nas consequências, Ingrid decide envenená-lo com uma mistura que contém oleandro branco, uma flor bela, porém fatal. Ela vai presa e então Astrid vai parar em uma série de lares adotivos, onde se depara com diferentes figuras maternas.

O grande condutor da história é o relacionamento entre mãe e filha, quais as consequências dele para o relacionamento de Astrid com suas cuidadoras e como ele ajuda a moldar sua visão de mundo. O longa é um bom drama para quem busca analisar relacionamentos entre mães e filhas longe da ideia romântica de mulher cuidadora e acolhedora.

A disponibilidade do longa depende da plataforma e não há previsão por quanto tempo ele permanecerá lá, então sugiro que assista logo caso tenha interesse.


 


terça-feira, 14 de setembro de 2021

O Esquadrão Suicida (2021) na HBO Max | Vale a pena cada minuto

 

Imagem: Warner Bros./ DC


Quando o trailer de Esquadrão Suicida (2016) saiu, as apostas eram altíssimas. Vilões icônicos da DC como protagonistas e fazendo loucuras ao som de Bohemian Rhapsody do Queen. Promissor. O filme se vendeu bem, mas o conteúdo era um desastre. Não souberam construir a história de forma que pudéssemos conhecer os protagonistas, o filme foi todo recortado, não havia nenhum risco real, as piadas não tinham timing, houve falta de entrosamento entre os personagens e raio azul no final. Isso sem falar na vilã com a dancinha e a classificação indicativa que ajudou a limitar todo o potencial vilanesco das personagens.

Eis que surgiu uma nova oportunidade nas mãos de James Gunn, que estava com a agenda aberta após ter sido enxotado do universo Marvel e dos Guardiões da Galáxia. A princípio ele parecia ser o diretor e roteirista ideal, o que se confirmou com o produto final já disponível na HBO Max nas versões em inglês e português.

É quase a mesma história, só que muito bem contada. É uma missão, designada por Amanda Waller, para que eles desativem um laboratório em uma ilha remota que parece estar na América Central. Para isso são convocados Bloodsport, Peacemaker, Capitão Boomerang, Ratcatcher 2, Savant, King Shark, Blackguard, Javelin e Harley Quinn.

Os personagens têm individualidades e suas particularidades têm sentido para a trama, ainda que ela seja narrada de forma aloprada, caótica, rápida e dinâmica. Os elementos se encaixam e você tem aquilo que se espera de um grupo tão diverso. São os desajustados realizando uma missão para os "bonzinhos" que nunca são tão bons assim. Ao mesmo tempo, ainda que seja um filme sobre o grupo de vilões chamado Esquadrão Suicida, você ainda tem personagens que ajudam a conquistar a empatia do telespectador e faz com que ele mergulhe na história e torça por eles. 

O Esquadrão Suicida (2021) é bem fresco e divertido, a cara do James Gunn. Cheio de cenas de ação e violência que combinam com a proposta. É uma boa pedida para um final de semana.

Verifique a classificação indicativa.


terça-feira, 27 de julho de 2021

Amnésia (2001)

 







Data de lançamento 31 de agosto de 2001 (1h 56min)
Direção: Christopher Nolan
Elenco: Guy Pearce, Carrie-Anne Moss, Joe Pantoliano mais
Gênero: Suspense, Policial/Drama
Nacionalidade Eua


Dirigido por Christopher Nolan, este policial/drama conta (de forma não linear) a história de um homem, Leonard, que sofre de  amnésia anterógrada (condição que impossibilita que ele adquira novas memórias) e está em busca de vingança pelo estupro e assassinato de sua esposa, ocasião em que sofreu o acidente e adquiriu essa condição.

O enredo é simples, o que torna o filme complexo e impressionante é a forma como foi construído, de trás pra frente. Logo no início podemos ver uma foto polaroid com uma imagem que vai se apagando e podemos ver toda a cena que antecede a foto em forma de review.

Em razão de sua deficiência, o protagonista se impôs uma disciplina de registrar todos os acontecimentos. Com uma máquina Polaroid e caneta, ele registra tudo que julga necessário. Não satisfeito, ainda tatuou no próprio corpo a seqüência ordenada dos resultados da sua investigação. É muito interessante o diálogo que ocorre quando lhe perguntam se pode confiar em suas anotações, e ele contra argumenta alegando que a memória é ainda mais traiçoeira e manipulável.

Os eventos são separados em duas narrativas: uma em cores, e a outra em preto e branco. As sequências em preto e branco são apresentadas em ordem cronológica, enquanto a investigação de Leonard é mostrada nas sequências em cores, que são apresentadas em ordem reversa. No momento que cada sequência começa, não sabemos quais são os eventos precedentes e nem Leonard, o que cria uma sensação confusão para ele e para o espectador.

O filme foi indicado para dois Oscars, nas categorias de Melhor Roteiro Original (Christopher Nolan e Jonathan Nolan) e Melhor Edição (Dody Dorn)

Nota:

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