Vinte anos depois da primeira tentativa de invasão alienígena, eles estão de volta com naves maiores e armas mais poderosas. “As poucas esperanças da Terra estão depositadas no grupo que inclui o cientista David Levinson, um senhor da guerra no coração da África e uma piloto de caça, filha do ex-presidente Tom Whitmore”.
Independence Day foi um marco na minha infância. O filme mistura ação, comédia, sci-fi, tem os melhores efeitos especiais de qualidade em pleno 1996.
O primeiro filme teve a proeza de mostrar a Casa Branca ser destruída por uma nave alienígena com grande realismo para a época, mostrou ainda um planeta inteiro ser invadido por criaturas misteriosas, que mal apareciam e que levou um tempo para serem desvendados.
Pois bem, nesse novo filme, Independence Day: O Ressurgimento, os humanos tiveram 20 anos para se prepararem para uma possível nova invasão mesclando tecnologia local com tecnologia alienígena, acontece que os alienígenas também se prepararam e causaram um grande estrago, o mesmo não se pode dizer com relação aos efeitos especiais desse novo filme que se apoia por demasiado na computação gráfica e perde em qualidade.
Além disso, a quantidade de personagens mal explorados e piadas mal colocadas não anima muito as 2 horas de filme. Alguns personagens do primeiro filme foram colocados apenas a título de nostalgia ou para dar uma ligação a qual não me importei muito.
Ao final descobrimos a possibilidade de um franquia de uma guerra intergalática.
Para o público que gosta de destruição, grandiosidade e não se preocupa muito com roteiro, é um filme interessante que vai satisfazer.