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quarta-feira, 28 de julho de 2021

Agora vai? O Esquadrão Suicida consegue 100% de aprovação da crítica

 


As apostas estavam altas e James Gunn teve que se provar após um primeiro longa da DC ruim, uma série de controvérsias por parte do diretor seguidas de sua saída de Guardiões da Galáxia. Mas eis que a aposta se pagou, pelo menos do lado da crítica especializada.

Com 46 reviews, o filme O Esquadrão Suicida (2021) alcançou 100% de aprovação por parte de crítica especializada segundo o portal Rotten Tomatoes. Isso significa que até o momento, quase todos que assistiram acharam o filme de bom para cima, o que não significa que todos acharam excelente. 

Sinopse:

Bloodsport, Peacemaker, Captain Boomerang, Ratcatcher 2, Savant, King Shark, Blackguard, Javelin e Harley Quinn partem para a remota ilha de Corto Maltese em uma missão de busca e destruição com o Coronel Rick Flag.

O consenso geral das críticas indicam um filme divertido que explora as forças violentas e anárquicas do material de origem. O longa será lançado no dia 06 de agosto de 2021.



domingo, 6 de novembro de 2016

A Garota no Trem (filme)

Resultado de imagem para a garota do trem


Para quem gosta de filmes como Garota Exemplar, A Garota do Trem pode ser uma boa opção para assistir no cinema.

Rachel (Emily Blunt) é uma alcoólatra desempregada que viaja de trem todas as manhãs,  fantasiando sobre a vida de um jovem casal que vigia pela janela. Certo dia, após testemunhar uma cena intrigante, descobre que a mulher a qual sempre admira pela janela está desaparecida. Inquieta, Rachel passa a investigar o ocorrido se vê completamente envolvida no mistério.

O filme, baseado no obra literária de Paula Hawkins, certamente não traz o mesmo refinamento e elemento surpresa de A Garota Exemplar, todavia, faz um bom trabalho em envolver o espectador no mistério do desaparecimento de uma mulher que aparentemente tem a vida perfeita.

A história é contada pela perspectiva de três mulheres, sendo uma a garota no trem, e as outras duas, a primeira vista, mulheres de vida perfeita que são observadas pela narradora inicial.  Diferente de Garota Exemplar, a narradora principal, Rachel, não atrai qualquer simpatia do público, traz em si todos os defeitos e falta de carisma para que o espectador se incomode com ela e suas atitudes invasivas, e é nisso que ela se torna mais interessante, pois é uma personagem cheia de defeitos e muito real, crédito para Emily Blunt que representou muito bem.

O filme peca um pouco na apresentação da história das três mulheres, cortando a narrativa em momentos importantes. bem como aproveitou pouco o personagem de Luke Evans, que praticamente serviu apenas para ser o par perfeito da bela loira, alvo de uma admiração obcecada de Rachel , realmente um desperdício. 

É interessante ver que a temática feminina do filme está muito presente e serve de pano de fundo para discussão sobre a maternidade, papel de esposa, ex-esposa e amante, bem como essas mulheres lidam com as exigências sobre seus papéis na sociedade e seus corpos.

Realmente o filme é um thriller interessante, com as reviravoltas que o público adora, embora a certo ponto antes do final já é possível deduzir quem seja o responsável pelo desaparecimento da jovem, bem como o motivo. A sacada se encontra na condição de alcoólatra obcecada de Rachel, que se torna uma narradora não confiável e, consequentemente se confunde, levando o público junto.


O filme não chega a ser uma obra prima, mas vale a pena conferir nos cinemas.


segunda-feira, 18 de julho de 2016

Caça Fantasmas (2016) -



(Ghostbusters)
País: EUA
Estreia: 14 de Julho de 2016
Direção: Paul Feig
Roteiro: Katie Dippold
Elenco: Kristen Wiig , Melissa McCarthy , Leslie Jones , Kate McKinnon


Honestamente, não estou entendendo o preconceito da internet com o novo filme dos Caça Fantasmas, ou melhor, DAS Caça Fantasmas. O filme em momento algum desmerece o original, muito pelo contrário, ainda presta uma bela homenagem e traz vários elementos que os fãs do original podem gostar de rever.

Neste novo filme, as amigas Erin (Kristen Wiig), Abby (Melissa McCarthy), Jillian (Kate McKinnon) e Patty (Leslie Jones) buscam meios científicos de comprovar a existência de fantasmas ao mesmo tempo que um vilão tenta aumentar a atividade paranormal na cidade.

O longa é muito bom, traz boas piadas e efeitos especiais de qualidade. Peca apenas na construção de personagem, em especial a única negra, que é reduzida à caricatura da mulher do gueto, mas ainda assim está bem à frente de muitos outros filmes lançados atualmente que não têm muita representatividade da mulher negra no enredo. Não importa se os caças são homens ou mulheres, a ideia é que são pessoas,  diminuídas na sociedade, que conseguem combater diversos tipos de assombrações. 

O FILME RESPEITA O ORIGINAL, MAS É UM NOVO FILME MUITO DIVERTIDO COM NOVOS PERSONAGENS!


O filme é muito engraçado, a história é boa e a química entre as protagonistas é excelente. Não chega a ser uma obra prima super original, mas tem seu charme e cumpre muito bem sua função, que é entreter e ponto.

Nota:


terça-feira, 5 de julho de 2016

Procurando Dory



Após mais de 10 anos de espera, a continuação do longa Procurando Nemo, agora Procurando Dory, não decepciona. Na mesma linha dos filmes da Pixar, Procurando Dory trata um tema sério de forma mais leve. 

Como sabemos, Dory sofre de perda de memória recente, o que a leva a enfrentar algumas dificuldades cotidianas. Em meio a tudo isso, ela decide buscar suas origens e leva o espectador nessa jornada, enquanto nos deparamos com diversos personagens que também têm algum tipo de déficit, seja de memória, física ou psicológica e como fazem para conviver com ele. 

Nem preciso dizer que é uma alegria reencontrar todos os personagens após tantos anos de espera e acredito que a história de Dory veio apenas para complementar o que já era bom. Não há nada inovador, porém, a história da peixinha é muito bem contada em meio a momentos tocantes e momentos engraçados. Não se surpreenda se um cisco cair nos seus olhos e cair uma lágrima, não tem como não gostar da versão baby da Dory.


sábado, 25 de junho de 2016

Independence Day 2




Vinte anos depois da primeira tentativa de invasão alienígena, eles estão de volta com naves maiores e armas mais poderosas. “As poucas esperanças da Terra estão depositadas no grupo que inclui o cientista David Levinson, um senhor da guerra no coração da África e uma piloto de caça, filha do ex-presidente Tom Whitmore”.

Independence Day foi um marco na minha infância. O filme mistura ação, comédia, sci-fi, tem os melhores efeitos especiais  de qualidade em pleno 1996.

O primeiro filme teve a proeza de mostrar a Casa Branca ser destruída por uma nave alienígena com grande realismo para a época, mostrou ainda um planeta inteiro ser invadido por criaturas misteriosas, que mal apareciam e que levou um tempo para serem desvendados.

Pois bem, nesse novo filme, Independence Day: O Ressurgimento, os humanos tiveram 20 anos para se prepararem para uma possível nova invasão mesclando tecnologia local com tecnologia alienígena, acontece que os alienígenas também se prepararam e causaram um grande estrago, o mesmo não se pode dizer com relação aos efeitos especiais desse novo filme que se apoia por demasiado na computação gráfica e perde em qualidade.

Além disso, a quantidade de personagens mal explorados e piadas mal colocadas não anima muito as 2 horas de filme. Alguns personagens do primeiro filme foram colocados apenas a título de nostalgia ou para dar uma ligação a qual não me importei muito.

Ao final descobrimos a possibilidade de um franquia de uma guerra intergalática.

Para o público que gosta de destruição, grandiosidade e não se preocupa muito com roteiro, é um filme interessante que vai satisfazer. 

domingo, 12 de junho de 2016

TRUQUE DE MESTRE 2 - O Segundo Ato - ver ou não ver



Assisti hoje ao filme Truque de Mestre 2 - Segunto Ato e digo logo de cara: não me impressionou.

Aproximadamente um ano após os eventos do primeiro filme, os Quatro Cavaleiros se reúnem para mais uma grande façanha.

O primeiro filme foi uma novidade gostosa já que adoro truques de ilusionismo e gostei da forma como fizeram uma espécie de Onze Homens e Um Segredo com ilusionistas.

Ocorre que, como muitos bons filmes, decidiram fazer uma continuação pela simples vontade de fazer dinheiro fácil confiando no sucesso do primeiro, e eis que temos esse produto...Um filme recheado de clichês e reviravoltas à todo instante, que confia demais em truques grandiosos de ilusionismo e se esquece de contar uma história original.

Vemos o retorno de quase todos os personagens do filme anterior, porém sem a personagem de Isla Fischer, Henley Reeves, o que de cara já me incomodou na forma como explicaram a saída desta e como simplesmente a substituíram por Lizzy Caplan para cumprir uma cota para o público feminino. Adoro a Lizzy e gostei da personagem, mas ficou muito claro que ela estava ali para tapar buraco, poderiam ter trabalhado melhor. Custava uma história melhor para a personagem Henley ter saído do que simplesmente deixar implícito que o relacionamento dela com Atlas não estava legal e ela quis sair do Olho, simples assim? Foi podre e poderiam ter usado melhor a Lula.

E o que aconteceu com a investigadora loira namoradinha do Dylan? Ela é ilusionista também e usou o truque de desaparecer? 

O excesso de reviravoltas e coincidências prejudica demais e vemos que não houve esforço algum no quesito criatividade. Não é porque a história é de mágico que os personagens podem brotar da terra em momentos propícios e convenientes. Além disso, o excesso de grandiosidade de alguns truques em certos momentos traiu a sutileza e a discrição dos mágicos numa tentativa de deixar a coisa mais espetacular do que já é. Sim gente, eu adoro ilusionismo e não precisa de muito para me deixar feliz, um truque com baralho já me conquista.

O excesso do filme me fez chegar a um ponto que realmente achei que um "certo personagem" do início iria aparecer e fazer Taraaaaaaa, pegadinha do malandro nesses anos todos!!! E é nisso que o filme peca, uma vez que como já assistimos o primeiro, já esperamos as reviravoltas e inclusive, já sacamos o truque antes do longa explicar, o que perde toda a magia da coisa.

É certo que deixando de lado esses problemas, uns grandes e outros pequenos, o espectador pode dar umas boas risadas e se divertir com algumas cenas de ação. 

Para quem gostou do primeiro filme e gosta da temática, é legal de assistir se não der atenção para o enredo, que é basicamente cópia de quase todos os filmes de assalto etc. Assista sem esperar muito e se divirta com os truques.




Nota: 


sábado, 21 de maio de 2016

Jogos Vorazes - O Final


Embora seja fã dos livros e da franquia de Jogos Vorazes, só assisti o último filme hoje (os livros li em uma maratona de 1 semana alguns anos atrás).

Não posso deixar de comparar ambos e tecer alguns comentários.

No geral achei os filmes bem fiéis aos livros, às vezes fiéis demais, mas para quem amou a leitura foi o suficiente. Achei que houveram alguns desperdícios ao longo, mas nada que fizesse a experiência ser ruim, aliás achei todos muito bons.

Minha principal observação é que faltou demonstrar foco nos traumas de Katniss e os outros vencedores. Como foi bem colocado, ninguém ganha os Jogos Vorazes. Nos livros isso restou muito claro nos diálogos com Haymitch, Johanna, Finnick e Annie, todos saem com algum trauma e todos continuam sendo perseguidos após os jogos. Todos os traumas são demonstrados de alguma forma: Haymitch bebe, Johanna se droga, Annie é perturbada, Katniss e Peeta têm pesadelos.

É importante salientar que a narrativa do livro é em 1ª pessoa, dessa forma podemos saber os sentimentos da personagem principal e acompanhá-la na sua constante luta pela sobrevivência. Fica claro para o leitor que mesmo após o final dos Jogos e da Guerra, Katniss vive em uma luta constante pela sobrevivência. O estresse pós traumático que ela vive passa a ser tratado após o retorno de Peeta ao Distrito 12, é ele quem ela não vive sem pois é ele quem a empurra de volta para a vida e a convence de ter filhos. Isso não ficou muito claro no filme, o que deu impressão que ela superou o trauma teve filhos e viveu feliz para sempre.

Para Katniss não há final feliz, mesmo que ela tenha filhos com Peeta. A última passagem do livro deixa claro que após tanto trauma, a personagem ainda sente dificuldade de acreditar em futuros melhores, deixa claro que os Jogos serão uma cicatriz em sua vida que provavelmente nunca irá curar. Peeta é quem faz ela seguir em frente, que a convence a ter filhos. O filme peca em demonstrar a profundidade da tristeza e depressão da personagem principal após a morte da irmã, que foi justamente o elemento que catapultou Kat dentro dos Jogos, consequentemente pecou em mostrar como ela começa a se recuperar.

Embora o último livro tenha sido dividido em dois filmes, senti que faltou um desenvolvimento maior do relacionamento entre os personagens, em especial entre Finnick e Katniss e Johanna e Katniss. A primeira dupla se aproxima muito enquanto esperam seus respectivos interesses amorosos serem resgatados da Capital, e principalmente, se ajudam para apaziguar a crescente ansiedade, isso fez muita falta para o desfecho de Finnick no último filme, a morte foi sentida, mas teria sido mais se houvesse essa conexão e maior profundidade ao personagem.

Quanto a Johanna e Katniss, podemos ver a dupla se conectando nos livros durante treinamento de combate, que é quando podemos conhecer um pouco mais da vencedora do Distrito 7 e o porquê dela ser tão dura e viciada em morfina, as duas passam a ter um relacionamento de irmã mais velha que torra a paciência da mais nova e assim vai.

O livro me fez chorar como bebê, primeiro com a morte de Finnick, depois Primm, mas principalmente com a lembrança final dos dois (Annie com o filhinho recém nascido e o diálogo de Katniss com o gato). Na minha opinião, o filme pecou em não demonstrar a sensação de perda de Kat e como uma pessoa nessas circunstâncias age, acabou não emocionando tanto. Foi mais soft que o restante da série, dando a impressão de final feliz.

No geral foi um bom filme, deu um encerramento satisfatório para a franquia.

Nota: 

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