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sexta-feira, 27 de agosto de 2021

Cruel Summer é boa?


Uma jovem desaparece e outra adolescente decide assumir sua vida.

A série de suspense e drama, criada por Bert V. Royal e com Jéssica Biel na produção - também responsável pela série The Sinner- está disponível na Prime Vídeo.

Ela conta com 10 episódios de 60 minutos cada um e acompanha toda a situação ao longo de três anos. Ou seja, tem que ficar atento para a passagem do tempo indicada pelos cortes de cabelo das protagonistas e fotografia, ora colorida, ora com baixa saturação e mais escura, mostra do a realidade subjetiva nada otimista das jovens.

Resisti para ver a série porque achei que entraria numa linha clichê Hollywoodiana de "adolescente psicopata" assume o lugar da garota popular e os telespectadores vão descobrindo se a jovem usurpadora, Jeanette, teve algo a ver com esse desaparecimento ou se ela apenas aproveitou um lugar vago. A foto no app da Prime Video, toda colorida, não ajuda muito.

A verdade é que tive uma grata surpresa. A meu ver, a série é muito mais intensa e dramática do que o poster dá a entender. Não se trata apenas de uma história como A Malvada, com Bette Davis, ou um Meninas Malvadas mais intenso com mistério de desaparecimento. 

Toda a construção da narrativa diz respeito ao drama interno dessas jovens, contexto familiar e social que colaboraram para sua rivalidade e para o fatal desaparecimento de Kate Wallis (Olivia Holt). 

A história consegue te fisgar logo no começo, cria uma boa expectativa, a reviravolta me surpreendeu, mas não posso negar que o meio ficou um pouco enrolado e ficou difícil prestar muita atenção. A cena final, para mim, ficou demais. Poderiam ter deixado quieto.

Mas se soubermos separar o que vale a pena, ficamos com um mistério bem construído e com uma trilha sonora bem característica dos anos noventa.

Ficamos também com uma crítica ao contexto social, aos pais e responsáveis e com uma história de como um predador pode usar a vulnerabilidade afetiva a seu favor.

Nesse sentido, fica a advertência de que a série trata de assuntos bem sérios.

Elenco: Olivia Holt, Chiara Aurelia, Froy Gutierrez



segunda-feira, 16 de agosto de 2021

Curiosidade | Ratched e Lobotomia


O nome advém da área do cérebro a qual chamamos de Lobo.

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A trepanação, perfuração, do crânio humano é o procedimento cirúrgico mais antigo documentado realizado pelo homem. Crânios perfurados foram encontrados desde o Velho Mundo da Europa e Ásia até o Novo Mundo, particularmente o Peru na América do Sul, desde o Neolítico até o início da história.
Era feito para tratar epilepsia, convulsões infantis, dores de cabeça e várias doenças cerebrais que se acreditava serem causadas por demônios confinados, para os quais o buraco era um método de fuga fácil.
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Já em 1848, Phineas Gage sobreviveu a um acidente onde uma barra de ferro perfurou seu crânio e atingiu seu lobo frontal, resultando em uma mudança notável em seu comportamento. Desde então, cientistas direcionaram seus esforços para entender o papel dos lobos frontais no nosso comportamento, resultando em diversos experimentos.
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No século 20, a lobotomia tornou-se uma alternativa de tratamento para doenças mentais graves, como esquizofrenia e depressão severa. Os médicos até o usavam para tratar dores crônicas ou severas e dores nas costas.
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A técnica, idealizada pelo neurologista português Egas Moniz em 1935 e aperfeiçoada pelo americano Walter Freeman, consiste em uma uma intervenção cirúrgica no cérebro em que são seccionadas as vias que ligam os lobos frontais ao tálamo e outras vias frontais associadas.
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Embora alguns pacientes até apresentassem algum tipo de melhora de um quadro, a lobotomia muitas vezes os transformava em vegetais ou simplesmente os tornava mais dóceis, passivos e fáceis de controlar. Infelizmente ela foi usada indiscriminadamente como forma de controle da população manicomial e até mesmo de crianças que não se comportavam.
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Os efeitos irreversíveis do método acabaram fazendo com que se avançasse os estudos sobre psicofármacos e psicoterapias 🙌 (ainda bem).
Hoje a lobotomia não é mais utilizada (como vemos na série), embora procedimentos cirúrgicos possam ser usados para tratamentos muito específicos e com muito cuidado.
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Fontes: The Surprising History of the Lobotomy, By Margarita Tartakovsky, M.S
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3640229/
Masiero, André Luis. (2003). A lobotomia e a leucotomia nos manicômios brasileiros. História, Ciências, Saúde-Manguinhos, 10(2), 549-572. https://doi.org/10.1590/S0104-59702003000200004


 

Sex and The City tem problemas, mas é ótima. Ponto


Sex and the City fez história.

A série da HBO sobre quatro mulheres na casa dos trinta anos no escasso cenário de relacionamentos amorosos em Nova Iorque fez um baita sucesso no final dos anos 90 e início dos anos 2000, e ganhou dois longas para o cinema.

Agora com o revival para o HBO Max, nada mais justo do que navegar por essas histórias novamente.

A série de Darren Star segue Carrie Bradshaw (Sarah Jessica Parker) e as amigas Samantha (Kim Cattrall), Charlotte (Kristin Davis) e Miranda (Cynthia Nixon) explorando os altos e baixos do mundo dos solteiros em Nova Iorque.

Ela é baseada no livro homônimo de Candace Bushnell e foi originalmente transmitida pela HBO, entre 1998 a 2004. A graça da história é justamente a visão crua e realista dos relacionamentos em uma cidade dominada por grandes figurões, razão pela qual existe a figura romântica do Mr. Big (Chris Noth), baseado em um dos namorados da autora.

Nas primeiras duas temporadas temos um formato mais próximo de uma coluna de jornal, com o cenário noturno da cidade, opinião de várias pessoas, as festas e restaurantes. A quarta parede é quebrada várias vezes. Mais para o final temos um formato mais comum voltado para a história de amor de cada uma das mulheres.

Outro fator importante é que a protagonista não é exatamente uma heroína clássica. Ela é uma pessoa cheia de defeitos, tende a ser impulsiva, com dificuldade de comunicação, muitas vezes irresponsável com suas finanças e muitas vezes ignora as necessidades das pessoas a seu redor. Ainda assim, podemos nos relacionar com ela, afinal, somos cheios de defeitos também.

Suas amigas personificam visões diferentes sobre relacionamentos. Samantha não deseja nenhum relacionamento; Miranda até quer um relacionamento, mas seu foco é a carreira; já Charlotte é a sonhadora que quer o casamento dos sonhos. Tem mulher e pauta para todas se identificarem.

O interessante também é que os episódios são construídos em cima de experiências reais dos roteiristas, logo, é muito fácil se enxergar em alguma situação a qual as meninas são expostas. Desde encontros ruins, julgamentos até corações partidos. 

É claro que não está livre de questionamentos e críticas, alguns episódios são super Cringe! Mas ainda assim vale muito a pena. Mal posso esperar pelo revival, embora Kim Catrall tenha decidido não participar, o que significa uma grande perda da personagem Samantha. 



terça-feira, 27 de julho de 2021

Undone | Uma bela animação na Prime Video

 


Ao navegar pelas buscas do streaming da Amazon você encontra uma animação com oito episódios bem curtos que irão fazer você questionar a realidade.

Criada por  Raphael Bob-Waksberg e Kate Purdy, com Rosa Salazar (Alita e Maze Runner) e Bob Odenkirk (Breaking Bad e Better Call Saul) no elenco, Undone conta a história de Alma, uma jovem insatisfeita e espontânea que sofre um acidente de carro e passa a ter uma experiência temporal que pode mudar o rumo de sua vida e das pessoas a sua volta.

A série busca estudar os limites entre o mental, o religioso e a ciência, sem nunca dar uma resposta definitiva, deixando que o telespectador considere os pontos relevantes para si. No meio de tudo isso ainda temos a jornada da jovem para lidar com uma crise existencial e um relacionamento tempestuoso com a irmã Becca Winograd-Diaz (Angelique Cabral) e mãe Camila Diaz (Constance Marie).

Percebe-se que a animação foi construída em cima dos atores, dando um traço único para o desenho e tornando a obra ainda mais interessante. Fica a dica na Amazon Prime Video.



quinta-feira, 10 de outubro de 2019

Avlu é a nova aposta da Netflix que segue nos passos de Vis a Vis



Não há dúvidas de que Vis a Vis e Orange is The New Black são fenômenos no catálogo da Netflix, e é óbvio que o streaming não poderia deixar de aproveitar a onda e lançar mais conteúdos com a mesma temática. Com isso teremos ainda este mês, mais especificamente no dia 18 de outubro, o lançamento da série dramática turca Avlu.

Sinopse: Uma mãe é presa após atirar no marido para se defender, na prisão ela terá que se adaptar e enfrentar uma dura realidade.

Pelo visto, enquanto OTNB foca da dramédia e Vis a Vis no thriller, Avlu focará no drama familiar, vamos aguardar. A série já conta com 44 episódios, mas a Netflix só trará a primeira parte por enquanto.








sexta-feira, 15 de março de 2019

LOVE DEATH & ROBOTS | AMOR MORTE E ROBÔS | NETFLIX | DICA RÁPIDA



Para o Nerd que mora no seu coração. Tipo Black Mirror, só que com as mais diversas animações. 

A primeira temporada lidou com questões existenciais com Zima Blue, companheirismo, futuro pós-apocalíptico com gatos, um lixão muito estranho, uma geladeira fantástica, vários cenários  de "e se pudéssemos voltar ao passado...", uma história de vingança, um episódio experimental de perseguição, uma história de amor steampunk, cyberpunk, folclore, um thriller de ficção alien e gráficos tão bons que é difícil falar que não é live action

Foi a maior maravilha.

Não é de se espantar que a série se tornou a queridinha dos nerds. Ela é realmente uma obra prima que deu visibilidade para diversos artistas, já que a produção é uma antologia produzida por  Joshua Donen, David Fincher, Jennifer Miller e Tim Miller.

Recentemente a Netflix liberou a segunda temporada de Love, Death and Robots para a alegria e decepção de muitos. Enquanto tivemos uma primeira temporada recheada de animações com diversos tipos de gráficos, traços, histórias e gêneros, agora temos gráficos igualmente fabulosos, mas histórias menos inspiradas. Além disso, não tivemos uma grande variedade de traços e narrativas.


domingo, 2 de outubro de 2016

Dica de série na Globoplay | iZombie

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iZombie é uma série de televisão norte-americana criada por Rob Thomas e Diane Ruggiero-Wright para The CW, e é uma adaptação livre da série de quadrinhos de mesmo nome escrita por Chris Roberson e Michael Allred, e publicado pela DC Comics sob a sua marca Vertigo.

Ao ouvir falar da série admito que tive um certo preconceito. Já tem tanta série de zumbi desde The Walking Dead, Zombie Nation entre outros, além de filmes e mais filmes, dos quais inclui "Meu Namorado é um Zumbi", que realmente achei que o tema estava um tanto saturado.

Para minha surpresa, não! O tema não está saturado. A série conseguiu me mostrar que ainda tem como mexer na figura do zumbi e surpreendeu trazendo uma narrativa cuja protagonista é uma zumbi que ajuda a desvendar crimes e ainda sofre de crise existencial.

Logo no primeiro episódio somos apresentados a Olivia "Liv" Moore (Rose McIver), uma médica com futuro brilhante e um noivo carinhoso e bonitão. Liv tinha uma vida perfeita até que, em uma festa, é atacada por um zumbi e acaba se transformando em um. Em sua nova vida, a protagonista passa a trabalhar como médica legista para ter acesso a cérebros (iguaria muito apreciada no mundo dos zumbis), como efeito colateral, ela acaba adquirindo a memória dos defuntos.

Temos uma série procedural, a cada episódio temos um mistério a ser resolvido enquanto Liv lida com sua nova condição de zumbi/humana comedora de cérebros e busca por respostas de como viver em sociedade e conviver com seus amigos e família.

É uma série que mistura horror, comédia e drama. Para quem gosta do tema e ainda não se cansou dos diversos zumbis no mercado, ainda vale a pena dar uma chance. Atualmente disponível na Globoplay.

Post original de 2016. Atualizado.

Imagem: TheCW

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Os Homens da vida das Gilmore - Algum vale a pena?





Não sei se é benção ou maldição ter a oportunidade de rever Gilmore Girls na Netflix na forma de maratona, mas devo dizer que desde que comecei a assistir novamente, uma certa característica dos personagens masculinos se tornou uma constante, o que tem me incomodado muito (vou deixar para outra hora uma outra questão sobre as Lorelais). 

gilmore girls animated GIF


Digo logo, não é que a série não seja boa, é excelente, mas após tantos anos e depois de ter a oportunidade de seguir os episódios seguidamente, me deparei com esse incômodo e preciso falar sobre ele. Os homens na vida das Gilmore são babacas. Exceto por Max Medina e Luke, que também teus seus momentos chatos, a maioria dos homens na vida das Lorelais são babacas, eis uma lista e o porquê dessa conclusão.


Dean: Antes de lutar contra demônios do mundo sobrenatural, Sam Winchester deu uma passadinha em Stars Hollow para atingir dois únicos propósitos: dar o primeiro beijo de Rory e ser o cara a tirar sua virgindade (ainda se fala assim nos dias de hoje?). É claro que no primeiro momento Dean é um cara bacana, que constrói um carro para Rory, enfrenta um jantar na casa dos avós da jovem etc, tudo para agir como um babaca quando ela não diz que o ama de volta. Mas tudo bem, ele ficou chateado, acontece. Porém tudo muda de figura quando Dean decide se casar com Lindsay (mesmo curtindo Rory) e acha que é uma boa ideia trair sua esposa, só para descobrir que ele e Rory, a garota que o traiu com Jess e o tratou super mal durante esse período do relacionamento, não tem nada em comum. 

Tristan: Embora não tenha sido namorado de Rory, eles tiveram um clima de paquera e ainda rolou um beijo. O cara destratou ela todos os momentos possíveis, com direito a bullying e tudo, além de brigar com Dean no baile da escola, dando o maior show.

Jess: Precisa de palavras ou basta um carro com PT?


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Logan: Playboy que tratou mal Marty (amigo de Rory), empacava sua carreira, era metido e arrogante, traiu, só começou um relacionamento monogâmico com ela quando viu que ia perdê-la. Pronto. Babaca. Ainda bem que ela não aceitou seu pedido de casamento.


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Christopher: Tudo bem que nem Lorelai nem Christopher precisassem se casar para criar Rory, mas ele é a perfeita definição de pai ausente e amor intermitente na vida de Lorelai. É aquele que não deixa ela seguir em frente, depois quando finalmente arruma um emprego decente e decide ficar com Lorelai, engravida sua atual namorada, larga Lorelai (que criou Rory sozinha), para ficar com a namorada e criar uma meia irmã para Rory que é um saco de mimada. Depois que a mãe da menina decide que nunca quis ser mãe e some, Christopher vai atrás de Lorelai para pedir ajuda e nunca se compromete até que Lorelai está com Luke.

Jason: Não que ele fosse horrível, aliás ele nem foi tão babaca assim, mas cara...ele estava processando o pai de Lorelai (mesmo com razão) e queria que ela ficasse OK com isso. Aliás, ainda apareceu na abertura da pausada só para "quase" estragar o clima entre Luke e Lorelai, mesmo ela tendo deixado bem claro que não queria ele.


Ao final dessa lista, descobri que foram poucos os interesses amorosos das Lorelais que realmente valem a pena. Aliás, para Rory, nenhum até hoje conseguiu ser um cara bacana, pior, Jess pós rebeldia ainda parece ser uma coisa melhor do que os namorados que passaram pela vida da jovem. Já Lorelai deu bobeira com Max, um cara bacana, responsável, professor e que a tratava bem, mas ainda assim conseguiu se sair melhor que Rory com Luke.


A série é muito boa, sem dúvidas, mas acredito que seu charme ficou preso à época dos episódios originais e quando tínhamos uma semana para digerir os acontecimentos dos episódios e ainda perdoar os deslizes desses caras. Agora com a nova forma de se ver séries, a maratona, não tem como não ressaltar os defeitos desses personagens, a pouco de ficarem irritantes. 

É certo que o formato da série, com diálogos rápidos e cheios de referências POP, exige que existam personagens caricatos para dar espaço para a quantidade de coisas que as Lorelais falavam, todavia já vimos que não é necessário ter personagens preto no branco para a série dar certo, os tempos são outros. Espero que a nova temporada se atualize nas questões de relacionamento e se preocupe em trazer personagens menos problemáticos para a vida de Rory, e espero que Lorelai continue com Luke.

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Grace and Frankie




Grace e Frankie, já chegando na casa dos 70 anos, são surpreendidas por seus maridos, que revelam que são amantes e pretendem passar o resto de suas vidas juntos. Após a separação dos respectivos casais, Grace e Frankie se vêem dividindo a mesma casa e isso leva a uma amizade muito cômica.

A série é um frescor. A primeiro momento fiquei receosa de assistir, achei que não me identificaria com os personagens. Não poderia estar mais enganada, em apenas um dia assisti uns 5 episódios e adorei.

É uma série que retrata a separação, aceitação e problemas da melhor idade. 

Grace and Frankie é uma série de drama cômico estrelada por Jane Fonda e Lily Tomlin. Sua primeira temporada iniciou em maio de 2015 pelo Netfilix, sendo que já está disponível uma segunda e com a terceira programada para o próximo ano.

Nota:

domingo, 8 de maio de 2016

Penny Dreadful





Penny Dreadful é uma série de terror, mistério e fantasia exibida nos Estados Unidos pelo canal Showtime e no Brasil pela HBO. Foi criada por John Logan e produzida por Logan e Sam Mendes.

É uma série conta com personagens famosos literários de terror como o Dr. Victor Frankenstein, Dorian Gray, Lobisomem e Drácula

O título se refere aos Penny Dreadfuls, publicações de ficção e terror que eram vendidas na Inglaterra do século 19 por apenas um centavo (penny). 

A série tem como pontapé inicial a busca de Sir Malcolm Murray (Timothy Dalton) , um explorador Inglês,  para encontrar sua filha, Mina Murray, que foi sequestrada por um ser sobrenatural. Para isso conta com a ajuda de Eva Green como Vanessa Ives, uma médium,  Ethan Chandler (Josh Hartnett ), um habilidoso artista circense e pistoleiro estadunidense e  Dr. Victor Frankenstein (Harry Treadaway), jovem médico. Ao longo de sua busca, Sir Malcolm e seus companheiros se deparam com diversos seres fantásticos do mundo do terror clássico.

A série é bem adulta e tem um ar bem pesado, escuro e por vezes erótico. Algumas cenas de horror são bem gráficas e às vezes gore. É bem interessante como os personagens famosos de contos de terror são apresentados com naturalidade dentro dessa Inglaterra Vitoriana. Senti dificuldade de ficar presa aos episódios por muito tempo, cansei um pouco da aura sombria, portanto não sei se conseguiria fazer uma maratona dos oito primeiros episódios, mas com pausas de alguns dias ou dois episódios no dia, consegui assistir a primeira temporada inteira sem grandes problemas,

A série já está com três temporadas, sendo que as duas primeiras já se encontram no Netflix, vale a pena dar uma conferida. A temporada mais recente aqui no Brasil poderá ser conferida na HBO.

Nota: 



Imagem: Showtime

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Game of Thrones - Oathbreaker

Galera, a HBO liberou as fotos promocionais do terceiro episódio da sexta temporada, intitulado Oathbreaker:






Fotos: Courtesy of HBO

Fear the Walking Dead - 2 Temporada Episódio 4: ‘Blood in the Streets’






SPOILER!!!



Finalmente as ações de Alicia no primeiro episódio deram um resultado (que neste novo mundo, sabemos ser desastroso). Sabemos que não podemos ser muito caridosos no universo dos Walkers. O episódio, bem animado, já se inicia com a apresentação de Jack, o cara com quem Alicia conversa no rádio, e como já é logo estabelecido, e confirmando as suspeitas de Strand, ele e a galera dele não são muito gente boa e já chegam tocando o terror e tomando Abigail, o yacht. 

Nesse tempo, vemos que Nick já teve a sacada de usar sangue e resto de zumbi para se camuflar e vai até um amigo de Strand a pedido desse. Enquanto isso, durante o ataque pirata, Strand decide abandonar o barco e seu bote é atingido por tiros, ficando à deriva.

O episódio anterior já mostrou o que o apocalypse zumbi pode fazer com a psique e como cada pessoa reagirá de uma forma.

Conseguimos ter umas pistas do passado de Strand nesse episódio, o que ajuda a desvendar um pouco do misterioso personagem que ajuda as famílias de Madison e Salazar.

O episódio termina com Nick retornando à Abigail com o amigo de Strand e tentando tomar o yacht de volta e com Madison resgatando Strand em alto mar.

Posso dizer que essa temporada de Fear The Walking Dead me deixou mais interessada e mais ligada e os últimos episódios têm sido bem empolgantes, especialmente quando podemos desvendar quem é Strand e o que ele faz. Ainda tenho um longo caminho até conseguir me importar com os personagens, sinto essa dificuldade desde que a série foi lançada. Não sei se é o costume de ver Rick e sua galera arrebentando zumbi e qualquer outro que ofereça qualquer ameaça, mas as vezes me parece que as decisões desses personagens são muito burras, mesmo para o início do apocalypse.

O que será que há em Ouroboros? Uma infestação de zumbis ou um lugar seguro (por pelo menos um tempo? Não sabemos, teremos que aguardar os próximos episódios.

Nota:

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Recomendo - UnREAL

UnReal é renovada para a segunda temporada


Quem já assistiu The Bachelor vai curtir UnREAL. Como bem sabemos, realities shows estão bem longe da realidade, e com essa série podemos ter uma ideia de como a coisa funciona (de uma forma um pouquinho mais exagerada).

Após um passado turbulento dentro da produção do reality show, Rachel retorna para colaborar com Everlasting, um programa onde um homem solteiro (aparentemente um bom partido) deve escolher dentre as candidatas quem será sua noiva ou namorada (The Bachelor...?), sendo responsável por manipular as ações e reações dos participantes para gerar um programa mais interessante.

A graça do programa não é nem as personagens principais (que, aliás, não foram pensadas para agradar ninguém nem serem carismáticas), mas toda a produção por trás do reality, o que nos leva a pensar o que é real e o que é roteiro.

Recomendo.

Nota:






imagem: Lifetime

The Hills | Spencer Pratt revela tudo

Imagem: COURTESY MTV O jovem do início dos anos 2000 foi agraciado pela era dos realities tipo novela. Dentre esses realities, The Hills , ...