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sábado, 25 de setembro de 2021

DEIXE-ME VIVER | WHITE OLEANDER | DICA DE FILME



Recentemente a Prime Video disponibilizou em sua plataforma o longa Deixe-me Viver (White Oleander), drama estadunidense de 2002 com  Alison Lohman, Michelle Pfeiffer, Robin Wright, e Renée Zellweger, baseado no livro de Janet Fitch e com roteiro de Mary Agnes Donoghue.

Nele, acompanhamos uma adolescente, Astrid interpretada por Alison Lohman, passando por vários lares adotivos depois que sua mãe, a renomada artista Ingrid interpretada por Michelle Pfeiffer, após esta ter cometido um crime.

Ingrid (Michelle Pfeiffer) é uma bela artista a qual todos sempre se referem como uma mulher forte e implacável. Já Astrid, a princípio, é uma jovem doce e em busca de aprovação sob a sombra dessa potência. Um dia, a artista começa a se relacionar e descobre que seu namorado a está traindo com outras mulheres mais jovens. É aí que, sem pensar na filha ou nas consequências, Ingrid decide envenená-lo com uma mistura que contém oleandro branco, uma flor bela, porém fatal. Ela vai presa e então Astrid vai parar em uma série de lares adotivos, onde se depara com diferentes figuras maternas.

O grande condutor da história é o relacionamento entre mãe e filha, quais as consequências dele para o relacionamento de Astrid com suas cuidadoras e como ele ajuda a moldar sua visão de mundo. O longa é um bom drama para quem busca analisar relacionamentos entre mães e filhas longe da ideia romântica de mulher cuidadora e acolhedora.

A disponibilidade do longa depende da plataforma e não há previsão por quanto tempo ele permanecerá lá, então sugiro que assista logo caso tenha interesse.


 


quarta-feira, 28 de julho de 2021

Agora vai? O Esquadrão Suicida consegue 100% de aprovação da crítica

 


As apostas estavam altas e James Gunn teve que se provar após um primeiro longa da DC ruim, uma série de controvérsias por parte do diretor seguidas de sua saída de Guardiões da Galáxia. Mas eis que a aposta se pagou, pelo menos do lado da crítica especializada.

Com 46 reviews, o filme O Esquadrão Suicida (2021) alcançou 100% de aprovação por parte de crítica especializada segundo o portal Rotten Tomatoes. Isso significa que até o momento, quase todos que assistiram acharam o filme de bom para cima, o que não significa que todos acharam excelente. 

Sinopse:

Bloodsport, Peacemaker, Captain Boomerang, Ratcatcher 2, Savant, King Shark, Blackguard, Javelin e Harley Quinn partem para a remota ilha de Corto Maltese em uma missão de busca e destruição com o Coronel Rick Flag.

O consenso geral das críticas indicam um filme divertido que explora as forças violentas e anárquicas do material de origem. O longa será lançado no dia 06 de agosto de 2021.



terça-feira, 27 de julho de 2021

Jogos Vorazes | O Final

 Embora seja fã dos livros e da franquia de Jogos Vorazes, só assisti o último filme hoje (os livros li em uma maratona de 1 semana alguns anos atrás).


Não posso deixar de comparar ambos e tecer alguns comentários.

No geral achei os filmes bem fiéis aos livros, às vezes fiéis demais, mas para quem amou a leitura foi o suficiente. Achei que houveram alguns desperdícios ao longo, mas nada que fizesse a experiência ser ruim, aliás achei todos muito bons.

Minha principal observação é que faltou demonstrar foco nos traumas de Katniss e os outros vencedores. Como foi bem colocado, ninguém ganha os Jogos Vorazes. Nos livros isso restou muito claro nos diálogos com Haymitch, Johanna, Finnick e Annie, todos saem com algum trauma e todos continuam sendo perseguidos após os jogos. Todos os traumas são demonstrados de alguma forma: Haymitch bebe, Johanna se droga, Annie é perturbada, Katniss e Peeta têm pesadelos.

É importante salientar que a narrativa do livro é em 1ª pessoa, dessa forma podemos saber os sentimentos da personagem principal e acompanhá-la na sua constante luta pela sobrevivência. Fica claro para o leitor que mesmo após o final dos Jogos e da Guerra, Katniss vive em uma luta constante pela sobrevivência. O estresse pós traumático que ela vive passa a ser tratado após o retorno de Peeta ao Distrito 12, é ele quem ela não vive sem pois é ele quem a empurra de volta para a vida e a convence de ter filhos. Isso não ficou muito claro no filme, o que deu impressão que ela superou o trauma teve filhos e viveu feliz para sempre.

Para Katniss não há final feliz, mesmo que ela tenha filhos com Peeta. A última passagem do livro deixa claro que após tanto trauma, a personagem ainda sente dificuldade de acreditar em futuros melhores, deixa claro que os Jogos serão uma cicatriz em sua vida que provavelmente nunca irá curar. Peeta é quem faz ela seguir em frente, que a convence a ter filhos. O filme peca em demonstrar a profundidade da tristeza e depressão da personagem principal após a morte da irmã, que foi justamente o elemento que catapultou Kat dentro dos Jogos, consequentemente pecou em mostrar como ela começa a se recuperar.

Embora o último livro tenha sido dividido em dois filmes, senti que faltou um desenvolvimento maior do relacionamento entre os personagens, em especial entre Finnick e Katniss e Johanna e Katniss. A primeira dupla se aproxima muito enquanto esperam seus respectivos interesses amorosos serem resgatados da Capital, e principalmente, se ajudam para apaziguar a crescente ansiedade, isso fez muita falta para o desfecho de Finnick no último filme, a morte foi sentida, mas teria sido mais se houvesse essa conexão e maior profundidade ao personagem.

Quanto a Johanna e Katniss, podemos ver a dupla se conectando nos livros durante treinamento de combate, que é quando podemos conhecer um pouco mais da vencedora do Distrito 7 e o porquê dela ser tão dura e viciada em morfina, as duas passam a ter um relacionamento de irmã mais velha que torra a paciência da mais nova e assim vai.

O livro me fez chorar como bebê, primeiro com a morte de Finnick, depois Primm, mas principalmente com a lembrança final dos dois (Annie com o filhinho recém nascido e o diálogo de Katniss com o gato). Na minha opinião, o filme pecou em não demonstrar a sensação de perda de Kat e como uma pessoa nessas circunstâncias age, acabou não emocionando tanto. Foi mais soft que o restante da série, dando a impressão de final feliz.

No geral foi um bom filme, deu um encerramento satisfatório para a franquia.

Nota: 4

sábado, 7 de maio de 2016

Capitão América: Guerra Civil






Só consegui assistir hoje ao filme do Capitão América: Guerra Civil.

Após os eventos de Vingadores 2 e alguns eventos que ocorrem no início desse filme, governos do mundo inteiro decidem que os heróis deverão se submeter à alguma regulamentação e subordinação, momento em que é apresentado o Tratado de Sokóvia, Lei de Registro de Super-Humanos.

Como podemos ver, esse tratado somado à situação de Bucky como Soldado Invernal fazem com que o Capitão América e o Homem de Ferro fiquem em lados opostos, somando a seus lados os outros heróis. 

Embora o título traga a ideia de algo bem sombrio para o universo Marvel, na minha opinião o filme é bem balanceado entre o sombrio, aventura e comédia. Não se trata exatamente de uma guerra grandiosa, mas um embate sobre a forma como os heróis vêem os efeitos colaterais de seus atos no mundo. O tom mais sério do filme é dado com o Pantera Negra (que arrasa) e em alguns momentos com Tony Stark, que deixa de ser o 'cara de boa" e passa a ser um cara que dá de cara com o peso de suas ações e suas consequências, algo que já vem sendo construído desde as consequências dos Vingadores e Homem de Ferro 3.

Embora tenha sido breve, a aparição do novo Homem Aranha trouxe um frescor para o personagem (alguém me indica os cremes da Tia May please), cuja participação fora pertinente e divertida, bem jovial, assim como ele.

O filme é dinâmico, divertido e balanceado. Não chega a ser grandioso como pensei e como estavam pregando na internet, porém gera grandes mudanças neste universo Marvel e com certeza modifica as relações entre os personagens e cria mais tensão para as próximas produções.

Só um detalhe, há 2 cenas pós créditos!!!


Nota: 

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