Mostrando postagens com marcador Netflix. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Netflix. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 16 de agosto de 2021

Curiosidade | Ratched e Lobotomia


O nome advém da área do cérebro a qual chamamos de Lobo.

.
.
A trepanação, perfuração, do crânio humano é o procedimento cirúrgico mais antigo documentado realizado pelo homem. Crânios perfurados foram encontrados desde o Velho Mundo da Europa e Ásia até o Novo Mundo, particularmente o Peru na América do Sul, desde o Neolítico até o início da história.
Era feito para tratar epilepsia, convulsões infantis, dores de cabeça e várias doenças cerebrais que se acreditava serem causadas por demônios confinados, para os quais o buraco era um método de fuga fácil.
.
.
Já em 1848, Phineas Gage sobreviveu a um acidente onde uma barra de ferro perfurou seu crânio e atingiu seu lobo frontal, resultando em uma mudança notável em seu comportamento. Desde então, cientistas direcionaram seus esforços para entender o papel dos lobos frontais no nosso comportamento, resultando em diversos experimentos.
.
.
No século 20, a lobotomia tornou-se uma alternativa de tratamento para doenças mentais graves, como esquizofrenia e depressão severa. Os médicos até o usavam para tratar dores crônicas ou severas e dores nas costas.
.
.
A técnica, idealizada pelo neurologista português Egas Moniz em 1935 e aperfeiçoada pelo americano Walter Freeman, consiste em uma uma intervenção cirúrgica no cérebro em que são seccionadas as vias que ligam os lobos frontais ao tálamo e outras vias frontais associadas.
.
.
Embora alguns pacientes até apresentassem algum tipo de melhora de um quadro, a lobotomia muitas vezes os transformava em vegetais ou simplesmente os tornava mais dóceis, passivos e fáceis de controlar. Infelizmente ela foi usada indiscriminadamente como forma de controle da população manicomial e até mesmo de crianças que não se comportavam.
.
.
Os efeitos irreversíveis do método acabaram fazendo com que se avançasse os estudos sobre psicofármacos e psicoterapias 🙌 (ainda bem).
Hoje a lobotomia não é mais utilizada (como vemos na série), embora procedimentos cirúrgicos possam ser usados para tratamentos muito específicos e com muito cuidado.
.
.
Fontes: The Surprising History of the Lobotomy, By Margarita Tartakovsky, M.S
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3640229/
Masiero, André Luis. (2003). A lobotomia e a leucotomia nos manicômios brasileiros. História, Ciências, Saúde-Manguinhos, 10(2), 549-572. https://doi.org/10.1590/S0104-59702003000200004


 

domingo, 13 de outubro de 2019

Mistério no Mediterrâneo pode ganhar continuação



O filme original Netflix com Adam Sandler e Jennifer Aniston conseguiu atrair 31 milhões de assinantes nas primeiras 72 horas de sua estreia no dia 14 de junho deste ano conforme informações da plataforma e, para quem assistiu, viu que foi deixado um gancho para a continuação da história do casal.

Para quem não sabe do que se trata, Mistério no Mediterrâneo acompanha um casal que sai de férias e acaba se envolvendo em um mistério de assassinato bem no estilo Agatha Christie. O longa foi escrito por James Vanderbilt, dirigido por Kyle Newacheck e conta com Luke Evans e Terence Stamp no elecnco. 

O site The Hollywood Reporter informa que James Vanderbilt está em negociações para escrever o novo filme que contará com Sandler e Aniston reprisando seus papéis. 

quinta-feira, 10 de outubro de 2019

Avlu é a nova aposta da Netflix que segue nos passos de Vis a Vis



Não há dúvidas de que Vis a Vis e Orange is The New Black são fenômenos no catálogo da Netflix, e é óbvio que o streaming não poderia deixar de aproveitar a onda e lançar mais conteúdos com a mesma temática. Com isso teremos ainda este mês, mais especificamente no dia 18 de outubro, o lançamento da série dramática turca Avlu.

Sinopse: Uma mãe é presa após atirar no marido para se defender, na prisão ela terá que se adaptar e enfrentar uma dura realidade.

Pelo visto, enquanto OTNB foca da dramédia e Vis a Vis no thriller, Avlu focará no drama familiar, vamos aguardar. A série já conta com 44 episódios, mas a Netflix só trará a primeira parte por enquanto.








quarta-feira, 9 de outubro de 2019

Hoje na Netflix: Ritmo + Flow


                                                                                                                                        Atsushi Nishijima/Netflix

Cardi B se une a Chance the Rapper e Tip Harris (T.I.) para encontrar a próxima sensação do hip hop em novo programa de competição musical da Netflix, Ritmo + Flow. Passando por Los Angeles, Nova York, Atlanta e Chicago, essas lendas da música, ao lado de participações especiais, buscarão talentos não lapidados a fim de ajudá-los a alcançar o sucesso.
Os episódios estão sendo lançados semanalmente.



sábado, 15 de junho de 2019

MISTÉRIO NO MEDITERRÂNEO



Muitos críticos torcem o nariz para Adam Sandler. Eu já não posso dizer o mesmo. Não nego que seus filmes muitas vezes não trazem algo muito de novo em questão de narrativa nem interpretação, mas se tem algo que ele acerta é no humor escrachado. Adam Sandler não tem medo nem vergonha de abusar do exagero.

Dizem que ele interpreta a si mesmo, o humor às vezes, ou muitas vezes, chega a ser impróprio e sem graça. Discordo, eu assisto JUSTAMENTE por ele ser exatamente aquilo e justamente pelo humor incorreto, tipo de humor que respira por aparelhos hoje em dia.

Mistério no Mediterrâneo é o típico filme Sandler, uma comédia de viagem, com uma dinâmica divertida com Jennifer Aniston que já se mostrou gloriosa em Esposa de Mentirinha. Um casal com casamento enfadonho e com uma vida bem simples vai viajar para a Europa, e se vê no meio do mistério de um assassinato no melhor estilo Expresso Oriente de Agatha Christie. Aliás, as referências são gritantes.

Não é uma obra prima original, afinal segue o passo a passo de um jogo de tabuleiro cômico e aloprado. Todos os clichês estão lá:

- Casal insatisfeito e com vida sem graça com problemas de comunicação no relacionamento.
- Família de milionário que só liga para dinheiro, ou seja, muitos suspeitos.
- Um mordomo.
- Um ambiente fechado e muito chique.
- Algum lugar bonito na Europa.

Honestamente, pra quem chega em casa cansado do trabalho e só quer se divertir, é uma excelente oportunidade de se desligar do razoável e embarcar no absurdo cômico.



domingo, 24 de março de 2019

DURANTE A TORMENTA | NETFLIX | FINAL COMENTADO



Um achado do gênero ficção científica que estava disponível na Netflix (não sei atualmente).

Durante a Tormenta traz uma história sobre viagem no tempo, mas que na verdade é uma história de amor. Ignore as inconsistências, a ideia é torcer por dois amantes que se conheceram em momentos "errados" da vida, construíram sua história e depois voltam a se encontrar.

A parte da viagem no tempo serve como uma linha fina que os conecta através do tempo ou dimensão, dependendo da compreensão que você tiver da história. É apenas mais um dos obstáculos que eles têm que superar e tem uma carga dramática maior, já que qualquer mudança ou escolha diferente pode modificar o presente, o que também significa sacrificar o amor de uma mãe por sua filha. Trágico.

O longa também não faz tanta questão de esclarecer furos ou fazer um ensaio sobre buraco de minhoca. Não é para ser levado muito a sério.

Um defeito no espaço-tempo permite que Vera salve a vida de um garoto, mas isso a leva a perder a própria filha. Agora, seu único objetivo é recuperá-la.

Caso já tenha assistido ao filme, confira no vídeo abaixo meus comentários com spoilers.

segunda-feira, 18 de março de 2019

ZIMA BLUE | LOVE, DEATH AND ROBOTS | NETFLIX



Em busca da essência. 


Um renomado artista decide revelar sua identidade e sua história antes de apresentar seu último trabalho.

Zima Blue é um dos episódios mais profundos de Love, Death and Robots. Não só o visual é único, com o estilo 2D limpo, figuras geométricas, cores vibrantes e um azul profundo, como a mensagem encaixa perfeitamente no tema proposto e nos leva a pensar sobre nossas próprias vidas.

Um misto de busca pela consciência, complexidade, para depois ver a beleza da simplicidade e talvez até esbarra no conceito de pulsão de morte de Freud. Querer se reduzir a um estado de nada.

O azul pode representar a sensação, a agonia, melancolia, profundidade, sabedoria, calmaria. Existem diversos tons de azul que conversam com nossos sentimentos. Na antiguidade poderia estar relacionado a morte, funeral, em certa época esteve relacionado com o amor romântico. Não há como não ver a riqueza da história e a riqueza da narrativa.

Zima Blue é um curta adaptado de Zima Blue and Other Stories primeira coleção de obras de Alastair Reynolds. Foi publicado em setembro de 2006 pela Night Shade Books. Inclui dez histórias.




sexta-feira, 15 de março de 2019

LOVE DEATH & ROBOTS | AMOR MORTE E ROBÔS | NETFLIX | DICA RÁPIDA



Para o Nerd que mora no seu coração. Tipo Black Mirror, só que com as mais diversas animações. 

A primeira temporada lidou com questões existenciais com Zima Blue, companheirismo, futuro pós-apocalíptico com gatos, um lixão muito estranho, uma geladeira fantástica, vários cenários  de "e se pudéssemos voltar ao passado...", uma história de vingança, um episódio experimental de perseguição, uma história de amor steampunk, cyberpunk, folclore, um thriller de ficção alien e gráficos tão bons que é difícil falar que não é live action

Foi a maior maravilha.

Não é de se espantar que a série se tornou a queridinha dos nerds. Ela é realmente uma obra prima que deu visibilidade para diversos artistas, já que a produção é uma antologia produzida por  Joshua Donen, David Fincher, Jennifer Miller e Tim Miller.

Recentemente a Netflix liberou a segunda temporada de Love, Death and Robots para a alegria e decepção de muitos. Enquanto tivemos uma primeira temporada recheada de animações com diversos tipos de gráficos, traços, histórias e gêneros, agora temos gráficos igualmente fabulosos, mas histórias menos inspiradas. Além disso, não tivemos uma grande variedade de traços e narrativas.


terça-feira, 12 de julho de 2016

Por que assistir HUNTER X HUNTER (ANIME)?





Não muito tempo atrás, me indicaram um anime japonês chamado HunterxHunter. À época comecei a assistir sem compromisso e sem ter noção do tamanho da série animada ou Mangá. Após algumas pesquisas no Mr. Google, descobri o seguinte:


  • É uma série de mangá escrita e ilustrada por Yoshihiro Togashi.
  • Em agosto de 2011, o mangá contabilizava um total de 55 milhões de copias vendidas no Japão.
  • Hunter × Hunter teve sua primeira versão animada em 16 de Outubro de 1999, produzida pela Nippon Animation e foi ao ar até 31 de Março de 2001.
  • O mangá fez uma pausa em 2014 e parece que até notícias recentes, não há previsão de retorno, uma vez que o autor está com problemas de saúde.

Quanto ao enredo, de início temos um garoto de 12 anos chamado Gon Freecss, filho de um famoso Hunter,  Ging, que decide se tornar um Hunter e procurar o pai, para isso se submete ao exame de Hunter, uma série de avaliações dificílimas com testes de habilidade mental, física, sobrevivência e trabalho em equipe. Durante o exame, Gon faz amizade com três dos outros candidatos: Kurapika, o último membro do clã Kuruta em busca de vingança; Leorio, que decide ser hunter para arrecadar dinheiro suficiente para pagar a faculdade de medicina; e Killua Zoldyck, outro garoto de doze anos de idade um tanto misterioso.

Já assisti animes quando mais jovem, assistia Sailor Moon, Cavaleiros do Zodíaco, As Guerreiras Mágicas de Rayearth, Sakura Card Captors, Pokémon, Digimon etc. Após adulta perdi um pouco o fio de meada dos animes. Digo logo que, embora as pessoas acreditem que anime é coisa de criança, da mesma forma que muitas pessoas acreditam que Simpsons é para criança só porque é para desenho, informo que nem todos os animes são para crianças (nem Simpsons). Não é porque é desenho que o público seja generalizado, os animes tem uma variação enorme de público, seja adolescente, adulto etc. Ainda assim, após minha adolescência, tive dificuldade em voltar para o formato dos animes. Foi quando em uma seca de séries para assistir, me indicaram dois animes: Death Note e Hunter x Hunter. Embora Death Note seja excelente, Hunter foi amor à primeira vista (ou primeiro episódio), daí em diante assisti todas as temporadas em um tapa e estou assistindo novamente.

Por que eu me apaixonei por Hunter? Porque a série tem tudo que você possa imaginar. Tem comédia, amizade, ação, aventura, personagens incríveis e apaixonantes, tem drama, mistério, aprendizado, é completa. O protagonista Gon, em toda sua peculiaridade e inocência faz você rir do começo ao fim. Não só sua positividade, mas sua força de vontade e inocência são os pontos altos do anime.

Ainda contamos com vários arcos em que diversos personagens tomam o foco do enredo. Começamos com Gon e seus amigos em busca de sua licença de Hunter, passamos pelo misterioso Kurapika e sua vingança, Gon e Killua aprendendo mais sobre Hunters e buscando o pai de Gon, as formigas Chimeras, Killua novamente e a conclusão da história de Gon.

Temos arcos bem positivos e também arcos mais dramáticos, como o das formigas Chimera e suas análises existenciais, mas todos são muito bons, mas o que faz a série brilhar são os personagens e, principalmente, a amizade formada por Gon e Killua. 

Enfim, Hunter x Hunter conta histórias inteligentes, possui personagens interessantes e cativantes, o que faz com que você torça a todo o instante por eles. É um anime que vale a pena por cada segundo.


sexta-feira, 8 de julho de 2016

The Fundamentals of Caring



Uma comédia original da Netflix, dirigido por Rob Burnett, baseado na obra literária The Revised Fundamentals of Caregiving, de Jonathan Evison, e estrelado por Paul Rudd, Craig Roberts e Selena Gomez.


Após sofrer grandes perdas, Ben decide trabalhar como cuidador e consegue seu primeiro emprego cuidando de um jovem de humor ácido, Trevor, que tem distrofia muscular. Juntos partem em uma jornada que resulta em autoconhecimento.

Embora seja um filme clichê de auto descobrimento na estrada, é um longa que ainda tem seu charme, principalmente pela temática. Embora Trevor tenha uma doença que exija muitos cuidados, razão pela qual Ben vai trabalhar com ele, em momento algum é um personagem que exige piedade, aliás, a primeira cena dele é hilária. Acho que esse é um dos elementos que mais agradou, uma vez que a forma como a relação dos dois personagens principais se desenvolve, traz o cuidado do Homecare como tema mas sem a sensação de pena.

Paul Rudd, muito bem no papel, traz o elemento inspirador para que tanto ele e Trevor saiam em busca de atrações turísticas pelo país e se deparem com personagens que os ajudarão a mudar as perspectivas de vida.

É um filme de superação e descobrimento, clichê, mas um clichê adorável que leva Paul Rudd e isso já basta.






sexta-feira, 24 de junho de 2016

Por que assistir How To Get Away With Murder?





How to Get Away with Murder, é uma série de televisão estadunidense transmitida pela ABC desde 25 de setembro de 2014. A série foi criada por Peter Nowalk e tem como produtora executiva Shonda Rhimes (Grey's Anatomy e Scandal).

A série segue a vida pessoal e profissional de Annalise Keating, professora de Direito Penal de uma universidade na Filadélfia. No início do semestre, a advogada seleciona um grupo dos seus melhores alunos em sua turma para trabalhar em seu escritório. São eles: Connor Walsh, Michaela Pratt, Asher Millstone, Laurel Castillo e Wes Gibbins.

A série é simplesmente fantástica. O impacto inicial se dá com um misterioso assassinato em que todos os protagonistas estão de alguma forma envolvidos, e do qual é contado de trás para frente enquanto Annalise e seus alunos lidam com o caso da semana. Ao final da primeira temporada é deixado um gancho que serve como uma das tramas para a excelente segunda temporada.

A segunda temporada de início dá a impressão de ser conduzida como a primeira, com um grande crime e depois casos da semana, chega a ser um pouco arrastada até mesmo focando demais nas desconfianças dos alunos com sua professora, até que ocorre uma grande reviravolta no meio da temporada e carrega grandes revelações do passado da advogada. Sem palavras para a qualidade da série. 

Na minha opinião a série é uma das melhores da atualidade por 9 motivos:

  • Não é muito longa, tem 15 episódios cada temporada.
  • Viola Davis arrebenta como Annalise Keating.
  • A forma como o grande crime é apresentado de trás pra frente, ou seja, do corpo até o motivo que levou a pessoa a ser morta.
  • Os casos da semana.
  • A vida pessoal de cada protagonista.
  • Não tem medo de colocar uma mulher negra em posição de poder, não tem medo de mostrar relacionamento homossexual, enfim, não tem medo.
  • Os casos da semana são muito interessantes.
  • A forma como acontece o desenrolar dos acontecimentos.
  • Reviravoltas fantásticas.

A série é transmitida no Brasil pelo canal Sony e a primeira temporada está disponível na Netflix.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Orange is The New Black - 4ª Temporada



Acabei de assistir a quarta temporada de Orange is The New Black, uma das séries queridinhas da Netflix.

No último episódio da terceira temporada vemos as garotas de Litchfield conseguirem dar uma escapadinha da prisão e se divertirem no lago ao mesmo tempo que novas internas chegam, criando a ideia de que teríamos grandes problemas de lotação para a temporada que viria a seguir.


Logo a quarta temporada já apresenta a problemática de uma penitenciária lotada, como divisão dos espaços, falta de absorvente etc. Ocorre que a forma como a terceira temporada nos deixou, passou a impressão de que isso iria causar uma grande reviravolta, o que não aconteceu.

Outro ponto a ser repensado é a importância de Piper na trama. A série insiste em colocá-la em um local de destaque sendo que sua história já se esgotou, o que é uma pena pois há muitas outras personagens interessantes a serem exploradas, além de um cenário de superlotação que não foi tão explorado assim. Por outro lado, ao aparecer uma concorrência no negócio das calcinhas, podemos ver a jornada de Piper ao lado negro e como suas decisões acabam por criar grandes consequências na prisão.

Ao contrário das outras temporadas, esta se concentrou menos nos flashbacks e mais na vida na prisão e nas novas dinâmicas no grupo de personagens já conhecidos. Acredito que a diminuição de flashbacks seja porque  o passado da maioria das personagens já foi explorado em temporadas anteriores, o que é uma pena pois a entrada de novas internas poderia dar mais espaço para novas histórias. Os poucos flashs que tempos são de personagens que ainda não foram explorados como Maria, Blanca, Lolly, Mr. Healey e Crazy Eyes.

Outro ponto bacana foi a adição de Judy (Martha Stuart?), uma celebridade do mundo da cozinha que é presa por dar cabo no fisco, o que trouxe um frescor engraçado para a série. Além disso, é muito interessante a abordagem da desumanização das detentas pelas pessoas que deveriam prezar pela ordem do local e sua segurança, ou seja, os novos guardas.

Finalmente tivemos a volta de Nicky e descobrimos o que aconteceu com Sophia, o que tem um paralelo com a própria história de Caputo, que segue seu caminho tentando fazer seu melhor para administrar a penitenciária.

No geral temos uma boa temporada, ainda que o frescor tenha passado, continua a agradar e trazer novos elementos e tocar seus espectadores com personagens humanas e cativantes. A série é bem sucedida em trazer sempre novos elementos, novas tramas e não tem medo de tocar em assuntos delicados.

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Boneco do Mal (The Boy)





País: EUA
Estreia: 18 de Fevereiro de 2016
Direção: William Brent Bell
Elenco: Lauren Cohan, Rupert Evans


Na onda de Evocação do Mal 2, decidi dar uma olhada no catálogo de terror do Netflix e decidi checar este filme, The Boy, traduzido como Boneco do Mal só Deus sabe porque.

De início podemos pensar que é uma cópia de Annabelle, então iniciamos o filme acreditando que o que nos espera é um terror sobrenatural, cheio de sustos, SQN.

Devo dizer que tive um pouco de preconceito com o filme, principalmente pela questão de a ideia ser similar a de Annabelle a princípio, por conta do título em português (onde The Boy traz a ideia de Boneco do Mal???? Mania de tudo ser do MAL, falta criatividade nesse departamento). Não poderia estar mais errada. Não sei porque o filme está na sessão de thriller, mistério etc. Eu morri de rir do começo ao fim. É um filme Trash, certeza. Se Chuck não me dava medo, esse Boneco do Mal menos ainda e vou dizer o porquê.

O que vou comentar a seguir já está na sinopse, então não considero spoiler. Caso a pessoa queira uma surpresa, não leia o próximo parágrafo.

Lauren Cohan interpreta Greta, uma Americana fugindo de um passado dramático, que decide arrumar um emprego de babá em uma mansão no meio do nada na Inglaterra. Ao chegar no local e conhecer seus empregadores, Greta descobre que será babá de um boneco que é tratado como criança pelo casal residente. Ok, alerta vermelho gente, só nisso eu já morri de rir, não pela premissa em si, mas na forma como foi retratada no filme, daí em diante foi ladeira abaixo, risada atrás de risada.

Acho que a construção da história e o roteiro prejudicou muito o resultado, o que deixou o filme involuntariamente engraçado. As cenas com Lauren cuidando do Boneco me fizeram rir alto, chega a ser ridículo. 

Na realidade, cheguei à conclusão que é um filme trash que se leva a sério demais na tentativa de alcançar os últimos filmes lançados, porém não passa de um suspense fraco com uma reviravolta ridícula. Ao final do longa não é oferecida nenhuma explicação, nenhuma consequência para todo o ocorrido além de ser bem soft.

Vale a pena ver se você é fã de The Walking Dead e Maggie, só. Vale ver se quiser dar umas boas risadas também.

Nota:


quinta-feira, 16 de junho de 2016

Os Últimos Guardiões




Rhea é uma adolescente um tanto peculiar aos olhos de seus colegas de High School. Sempre preocupada com a natureza, meio ambiente e sua família, é motivo de chacota entre outros adolescentes, exceto um, que a vê de forma especial. Quando este jovem decide declarar seu amor, Rhea se vê em um caminho de descobertas sobre si e sua família, que guarda um segredo muito especial. 


O filme de 2013 é dirigido por Maggie Greenwald e estrelado por Zosia Mamet, Virginia Madsen, Aidan Quinn, Olympia Dukakis.


Não se trata de grande produção nem de roteiro espetacular, porém tem seu charme.

De cara já é apresentado um filme no ritmo de Sessão da Tarde, com uma paleta de cores bem tranquila de uma tarde de outono. Não há grandes desenvolvimentos de personagens, grandes acontecimentos, é tudo bem raso, porém, é justamente essa a graça do filme, que não se preocupa muito em dar explicações nem dar nomes às coisas. De cara já percebemos que a família de Rhea tem um estilo pagão, mas a nada é dado nome nem rótulo, isso não importa para a história. Divertido mesmo é acompanhar a protagonista nessa breve jornada entre se apaixonar e se descobrir.

O desenvolvimento da história é bem simples, às vezes simples demais. Não há tramas ou reviravoltas e algumas situações não são resolvidas ao final do filme, no entanto, é um filme leve que deve ser assistido por quem curte paganismo, que é mostrado de forma suave e sem os grandes efeitos pirotécnicos de Hollywood.

Bônus: Daniel Grayson faz uma pequena participação.

Nota: 

quarta-feira, 8 de junho de 2016

6 filmes para Dia dos Namorados com a Netflix





O Dia dos Namorados está chegando e separamos aqui 6 filmes para: esquentar o clima, para chorar junto e rir junto.




1. Ninfomaníaca 1 .


2. Ninfomaníaca 2.


3. Pecado Original.



4. E se fosse verdade.


5. A Delicadeza do Amor.


6. Amor além da vida.


terça-feira, 24 de maio de 2016

Três vezes amor (Definitely, Maybe)



Ao se divorciar, Will Hayes conta à filha a história de três amores que passaram pela sua vida e ela deve adivinhar qual deles é sua mãe.

Estrelado por Ryan Reynolds, Abigail Breslin, Isla Fisher, Rachel Weisz e Elizabeth Banks, dirigido por Adams Brooks.

Acredito que Três vezes amor é o que How I Met Your Mother seria se não fossem as nove longas temporadas. 

O filme saiu em 2008 (quando eu tinha 18 anos), já havia assistido, porém em uma noite sem sono essa semana decidi assistir novamente (com 25 anos e um pouquinho mais de experiência e com outro olhar) e tive uma experiência totalmente diferente e, acredito, mais rica.

Will tem uma namorada de longa data, vive no interior dos EUA e tem um plano, seguir carreira política. Para isso ele decide ir à Nova Iorque se juntar à campanha de Bill Clinton. Por sua vidam passam uma namorada bonita, sua queridinha da faculdade, uma apolítica e uma intelectual, cada uma cruz com Will em momentos distintos de sua formação como homem adulto.

É muito interessante como o filme aponta a importância do momento nas relações. will tinha um plano que não se concretizou, perdeu a carreira política e a namorada com quem planejava se casar, será que se o plano fosse diferente tudo seria diferente?

Em certo ponto Will tem que amadurecer, ver seus sonhos caírem por terra e toda inocência política é perdida e esse é um dos pontos fortes da história.

O filme está disponível no Netflix e vale a pena conferir nesse friozinho. 



The Hills | Spencer Pratt revela tudo

Imagem: COURTESY MTV O jovem do início dos anos 2000 foi agraciado pela era dos realities tipo novela. Dentre esses realities, The Hills , ...